1. Amizade a conta-gotas

    Vivemos num universo tecnológico no qual estamos sempre nos comunicando. Mas parece que estamos sacrificando a conversa plena em nome de uma mera conexão.

    Em casa, as famílias se sentam juntas e ao mesmo tempo mandam mensagens de texto e leem e-mails. No trabalho, executivos trocam SMS no meio das reuniões. Enviamos mensagens (além de fazer compras e atualizar o Facebook) durante as aulas e até encontros românticos. Meus alunos me contaram sobre uma nova habilidade: olhar nos olhos da pessoa enquanto digitamos uma mensagem no celular para outra; é difícil, mas não impossível.

    Texto completo aqui

    Lembrando que fiz um texto mais ou menos assim…

  2. Meiolândia

    Todo mundo é meio assim.

    (vi no facebook do Jerri Dias)

  3. Mas quem se importa?

    Falando em tristeza desgraçada com alguns momentos de alegria falsa, eis o clipe novo do Cícero. Para Ponto Cego, uma das músicas mais travestidas de alegria dos últimos tempos. Afinal, não há nada de tão surpreendente em ser sexta-feira, não é?

    Daí que esse clipe é de acabar com a mente. Pensa na vida, pensa na letra, nas imagens e pensa lá no primeiro, Tempo de Pipa. Esse clipe é mais Canções de Apartamento do que o primeiro, porque consegui sentir com ele a mesma coisa que sinto quando ouço o referido álbum na íntegra: vazio. E esperança. Gosto desse álbum porque ele me faz sentir as mesmas coisas desde a segunda vez que eu ouvi (as primeiras chances nunca são tão boas quanto as segundas).

    Histórias para outro dia, prometo.

    Daqui pra já, eu e você. Daqui pra lá, não vai sobrar nada pra ser. Mas quem se importa?

  4. To be drunk and forgetful



    Por algum motivo totalmente inexplicável, essa música surgiu na minha cabeça hoje.

    Um dia de derrotas. Cheguei ao banco para depositar meu pagamento. No momento em que pisei na agência, todos os caixas eletrônicos pifaram. Tipo em “Sorte No Amor” (aquele da Lindsay Lohan…)

    Maio vai ser um mês merda, anota aí.

  5. Near, far…

    Hoje fui assistir Titanic 3D.

    Já vi esse filme umas mil vezes.

    O 3D não muda nada.

    Mas parecia a primeira vez.

    Comecei a desfalecer de chorar nessa cena e não parei até o final:

    É muita pressão. E ainda tem aquela música… neeeeeeeear, faaaaaaaaar, whereeeeeeeeever you aaaaaaaaaaare

    Coisa de mulherzinha. 

  6. Cut You

    Essa música do Cloud Nothings tava tanto na minha cabeça que eu não ia sossegar enquanto não gravasse ela.

    Só de brinks.

    Eu meio que gostei.

  7. Pesquisa séria

    Ontem, sentadas na mesa de um ~famoso bar alternativo~ de Campinas, eu e minha fiel amiga Mariana descobrimos que conseguíamos observar quais caras lavavam e quais caras não lavavam as mãos ao sair do banheiro. E descobrimos, para nossa infelicidade, que muitos caras saem fechando o zíper da calça e não dizem nem um olá para a pia, tão bem posicionada, tão convidativa.

    Portanto, para os caras que desconhecem essa prática, decidi deixar a imagem acima de presente. Um beijo.

  8. Demais



    Tudo demais.

  9. Barely Legal

    O Amauri tava até rindo da minha cara hoje, mas no meio da minha lista de frustrações pessoais, que é preenchida com coisas tipo um ou outro emprego que eu perdi por pouco, viagens que não deram certo e ter ficado com vontade de ir ao banheiro durante o show do Los Hermanos no SWU, está o fato de, depois de já ter visto três shows do Cícero, não ter visto essa versão de “Barely Legal” ao vivo aí.

    E esse versão é daquelas que eu tenho no coração. Foi a primeira do Is This Indie que eu ouvi e é simplesmente uma versão melhor que a original da minha música favorita do Strokes.

    Só gostaria de compartilhar o desabafo. Fico com os vídeos… haha

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